FURTO NO HMC

Pacientes são furtados dentro do Hospital Municipal de Cuiabá

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Uma mulher, que preferiu não se identificar por temer represálias, procurou a equipe do Kanal 1 para relatar uma grave denúncia envolvendo furto de objetos pessoais e insegurança dentro do Hospital Municipal de Cuiabá, mais especificamente na enfermaria 4, quarto 1.

Segundo a vítima, ela estava acompanhando o sogro, um idoso de 94 anos internado na unidade, quando notou movimentações suspeitas no corredor durante a noite desta terça-feira 22. Ao sair do quarto para fumar, a acompanhante do idoso, presenciou uma discussão próxima à enfermaria e percebeu uma pessoa sentada em um banco observando os quartos. Pouco depois, o celular de uma vizinha de leito desapareceu misteriosamente, o que acendeu o alerta entre os pacientes.

“Eu vi essa pessoa passando no corredor e depois ela entrou no quarto. Logo em seguida sumiu o celular. Mexeram na minha bolsa também, pegaram dois cartões, um do INSS do meu marido e outro do vale-alimentação”, denunciou a vítima.

Desconfiada, ela acionou a equipe de enfermagem e tentou localizar o aparelho por meio de chamadas via WhatsApp, mas o telefone não completava ligação, indicando que estava desligado ou sem internet. A suspeita de furto aumentou quando outro acompanhante não encontrou seu celular que estaria próximo a cama.

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A denunciante afirmou ainda que procurou ajuda da polícia além de ter procurado o setor administrativo do hospital para relatar o ocorrido, mas não obteve retorno imediato.

“Até meu marido falou para eu deixar pra lá, mas isso não tá certo. Entrei em contato com o Arthur Garcia porque acompanho o trabalho dele e sei que ele investiga e mostra a verdade. Estou pedindo ajuda porque não quero que outras pessoas passem pelo que eu passei”, completou a vítima.

O Kanal 1 procurou a direção do Hospital Municipal de Cuiabá através do contato, (65) 3318-6985 para esclarecimentos sobre a denúncia, a falta de segurança e o controle de entrada e saída de pessoas na unidade, mas até a publicação desta reportagem não houve resposta.

 

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