SES promove o 1º Fórum Estadual de Doenças Eliminadas no Brasil

SES-MT realizou o 1º Fórum Estadual de Doenças Eliminadas no Brasil: poliomielite, sarampo, rubéola e tétano neonatal Crédito - SES - MT

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) promoveu o 1º Fórum Estadual de Doenças Eliminadas no Brasil: poliomielite, sarampo, rubéola e tétano neonatal. O evento ocorreu no Hotel Fazenda Mato Grosso, nesta quarta e quinta-feira (29 e 30.4), para debater a importância da imunização contra doenças erradicadas ou controladas no país.

A programação também incluiu discussões técnicas sobre vigilância epidemiológica, diagnóstico laboratorial, vacinação, investigação de casos suspeitos e ações de resposta rápida diante de doenças que, embora eliminadas ou controladas no Brasil, exigem monitoramento permanente para evitar reintrodução ou recirculação no país.

Participaram do fórum servidores da Vigilância em Saúde e Vigilância Ambiental do Ministério da Saúde, do Laboratório Central de Saúde Pública do Estado de Mato Grosso (Lacen-MT), das áreas de Vigilância em Saúde e Imunização da SES e outros profissionais envolvidos nas estratégias de prevenção, monitoramento e resposta a essas doenças.

“O fórum também reforçou a importância da atuação integrada entre Vigilância Epidemiológica, Vigilância em Saúde, o Lacen-MT, o Ministério da Saúde, os municípios de Mato Grosso e demais pontos da rede pública de saúde como estratégia essencial para proteger a população e preservar os avanços alcançados pelo Brasil no controle e eliminação da poliomielite, sarampo, rubéola e tétano neonatal”, destacou o superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Marcos Roberto Dias.

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Entre os principais temas abordados, destaca-se a preocupação com o risco de reintrodução do sarampo, especialmente em um contexto de intensa circulação internacional de pessoas devido a eventos internacionais e de ocorrência de surtos da doença em países da região.

“Esse cenário reforça a necessidade de manter altas coberturas vacinais, fortalecer a Vigilância Epidemiológica, ampliar a sensibilidade da rede assistencial para identificação de casos suspeitos e garantir resposta rápida para bloqueio e controle”, concluiu o superintendente.

Fonte: Governo MT – MT

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